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CHERNOBYL

29/11/2019

A usina nuclear de Chernobyl era localizada na cidade de Pripyat na Ucrânia (na época era parte da União Soviética), era composta por quatro reatores e foram cenário de um dos maiores acidentes nucleares da história. A usina era utilizada para geração de energia para o país.

Zeus é o Senhor dos Céus e Deus Supremo da mitologia Grega. Filho mais novo de Cronos, Rei dos Titãs, e Rhea (Réia), nasceu no Monte Ida, Ilha de Creta. Conhecido pelo nome Romano de Júpiter, tinha como irmãos Poseidon, Hades, Deméter, Héstia e Hera - de quem era tambem marido. Foi pai de diversos deuses, como Atena,...

A Revolução Francesa é o acontecimento que inaugura a Idade Contemporânea e institui novas perspectivas políticas que até hoje exercem efeitos no mundo ocidental.

Você vai fazer descobertas incriveis

Durante nossa vida escolar ou em qualquer outra eventualidade, percebemos que o conhecimento histórico repassado pelos livros didáticos nunca foi capaz de abraçar todos os nossos interesses para com o passado. Muitas vezes, o poder que o livro e o professor têm de limitar o nosso conhecimento acaba transformando a História em algo incógnito e, algumas vezes, distante.


A cidade perdida dos inca


A região de Vilcabamba, no sudeste do Peru, continua a ser um fascinante campo de pesquisa para os estudiosos da cultura Inca. No alto das montanhas próximas à antiga capital, Cusco, uma série de cidades estratégicas foram erguidas no período áureo do império. Muitas delas já foram decifradas, como Machu Picchu, descoberta por Hiram Bingham, em 1911, numa expedição patrocinada pela National Geographic Society.

E também ficava ali, num ponto ainda secreto entre as montanhas e as florestas, a cidade homônima onde o último soberano inca, Tupac Amaru, lutou até a morte contra os conquistadores espanhóis, em 1572. Seu pai, Manco ?Inca, horrorizado com as atrocidades cometidas pelos invasores, havia fugido de Cusco 36 anos antes para estabelecer em Vilcabamba uma frente de resistência. Tupac Amaru herdou sua valentia mas acabou vencido, e seu nome e sua luta ainda hoje inspiram os ideais libertários de movimentos populares da América Latina. Seu lendário refúgio, contudo, jamais foi encontrado.

CURIOSIDADES

A ORIGEM DE WALL STREET

Diariamente, os noticiários nos informam sobre as variações dos índices da economia oferecendo dados sobre as principais instituições financeiras globais. No entanto, nunca chegamos a nos questionar sobre a origem daqueles conglomerados tendo a impressão que todo o poder e os montantes de dinheiro que ali circulam sempre estivessem ali, ditando e estabelecendo as nem sempre tão compreensíveis tendências da economia mundial.

No caso dos Estados Unidos, essas grandes instituições estão concentradas em Wall Street, região de Manhattan que concentra os mais importantes bancos e bolsas de valores norte-americanos. No entanto, aquela rua que hoje é um dos centros nervosos da economia capitalista, nem sempre teve seu nome ligado a quantias vultuosas de dinheiro e a agitação das negociatas de agentes financeiros. Com isso fica a pergunta: que importância teve Wall Street antes da consolidação da economia capitalista?

Na verdade, a história da "Rua do Muro" esteve vinculada ao processo de colonização da América do Norte, especificamente no momento em que holandeses, populações indígenas e britânicos disputavam o domínio sob terras localizadas na Costa Leste. Os primeiros colonizadores a empreenderem a invasão daquele espaço foram os holandeses, que fundaram a vila de Nova Amsterdã, que chegou a contar em seus primeiros anos com uma população de aproximadamente 270 colonos.

Contudo, esse processo de ocupação não foi nada pacífico, pois a resistência dos nativos contra os europeus representava um entrave ao projeto colonial dos holandeses. Mediante essa ameaça, os holandeses de Nova Amsterdã resolveram construir, em 1640, uma barreira capaz de conter os ataques organizados pelas populações indígenas vizinhas. Apesar de toda a pertinência da ação preventiva, os holandeses não conseguiram fazer frente à ambição de outros inimigos que chegariam pelo mar.

No ano de 1664, os ingleses promoveram a invasão de Nova Amsterdã e depois de expulsarem os holandeses da região, fundaram a vila de Nova York. Com o passar do tempo, foi aberta uma via de trânsito que seguia o contorno da muralha, que acabou dando nome à famosa rua em questão. Com o passar do tempo, a expansão da colonização britânica e o controle aos ataques indígenas estabeleceram a derrubada do muro holandês e a permanência da rua britânica.

A BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA

Na sexta-feira da lua nova do mês de Moharram, no vigésimo ano da Hégira (isso equivale a 22 de dezembro de 640), o general Amr Ibn al-As, o emir dos agareus, conquistava Alexandria, no Egito, colocando a cidade sob o domínio do califa Omar. Era um dos começos do fim da famosa Biblioteca de Alexandria, construída por Ptolomeu Filadelfo no início do terceiro século a.C. para "reunir os livros de todos os povos da Terra" e destruída mais de mil anos depois.

A idéia de reerguer a mais formidável biblioteca de todos os tempos surgiu no final dos anos 70 na Universidade de Alexandria. Em 1988, o presidente egípcio, Hosni Mubarak, assentou a pedra fundamental, mas foi só em 1995 que as obras realmente começaram. O suntuoso edifício de 11 andares, que custou US 212 milhões, boa parte dos quais pago pela Unesco, foi concluído no ano passado. Só a sala de leitura da biblioteca principal tem 38.000 m2, a maior do mundo. O acervo, que ainda não foi inteiramente reunido, deverá contar com 5 milhões de livros. Será interessante ver como o governo egípcio, que não é exatamente um entusiasta das liberdades de informação e expressão, administrará as coisas. Haverá, por exemplo, um exemplar dos "Versos Satânicos" (obra de Salman Rushdie, tida como ofensiva ao Islã)? E quanto a livros que critiquem o próprio governo egípcio? Todos os cidadãos terão acesso a todas as obras? Mas não é tanto a nova biblioteca que me interessa, e sim a velha, mais especificamente a sua destruição.

Na verdade, seria mais correto falar em destruições. Como nos mitos, há na extinção da Biblioteca de Alexandria uma série de componentes políticos. A historieta com a qual iniciei esta coluna é uma das versões. É contra os árabes. Existem outras, contra os cristãos, contra os pagãos. Nenhum povo quer ficar com o ônus de ter levado ao desaparecimento da biblioteca que reunia "os livros de todos os povos". É curioso, a esse respeito, que o site oficial da biblioteca (https://www.bibalex.gov.eg) só registre as versões anticristã e antipagã. A contrária aos árabes é descartada sem nem mesmo ser mencionada. Utilizo aqui principalmente informações apresentadas pelo italiano Luciano Canfora, em seu excelente "A Biblioteca Desaparecida".

Voltemos à velha Alexandria. Amr Ibn al-As não era uma besta inculta, como se poderia esperar de um militar. Quatro anos antes da tomada de Alexandria, em 636, ao ocupar a Síria, Amr chamara o patriarca e lhe propusera questões bastante sutis acerca das Escrituras e da suposta natureza divina de Cristo. Chegou a pedir que se verificasse no original hebraico a exatidão da "Septuaginta", a tradução grega do Antigo Testamento, em relação a uma passagem do "Gênesis" que surgira na discussão.

Logo que chegou a Alexandria, Amr passou a frequentar João Filopão, um então já avançado em anos comentador de Aristóteles, cristão, da irmandade dos "filopões". Era também um quase herético, que defendia teses monofisistas, mas essa é outra história..

A ORIGEM DO PAPAI NOEL

Origem da lenda

No tempo em que os bárbaros tomavam conta do Velho Mundo, existia uma série de celebrações que tentavam amenizar as rigorosas temperaturas e a falta de comida que tomavam a Europa nos fins de dezembro. Foi nessa situação em que apareceu a lenda do "Velho Inverno", um senhor que batia na casa das pessoas pedindo por comida e bebida. Segundo o mito, quem o atendesse com generosidade desfrutaria de um inverno mais ameno.

A associação entre o Velho Inverno e São Nicolau apareceu muitas décadas depois. De acordo com os relatos históricos, São Nicolau foi um monge turco que viveu durante o século IV. Conta a tradição cristã que este clérigo teria ajudado a uma jovem a não ser vendida pelo pai, jogando um saco cheio de moedas de ouro que poderiam pagar o dote de casamento da garota. Somente cinco séculos mais tarde, São Nicolau foi reconhecido pela Igreja como um santo.

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A partir desse momento, o dia 6 de dezembro passou a ser celebrado como o dia de São Nicolau. Nessa data, as crianças aguardavam ansiosamente pelos presentes distribuídos por um homem velho que usava os trajes de um bispo. Foi a partir de então que a ideia do "bom velhinho" começava a dar os seus primeiros passos. Do "velho filão", conhecido nos últimos séculos da Antiguidade, passava-se a reconhecer a figura de um homem generoso.
Como surgiu a imagem do velhinho barrigudo e de barba branca?

Nos fins do século XIX, o desenhista alemão Thomas Nast teve a ideia de incorporar novos elementos à imagem do bom velhinho. Para tanto, publicou na revista norte-americana Harper's Weekly o desenho de um Papai Noel que, para os dias atuais, mais se assemelhava a um gnomo da floresta. Com o passar dos outros natais, ele foi melhorando seu projeto original até que o velhinho ganhou uma barriga protuberante, boa estatura e uma abundante barba branca.

Apesar das grandes contribuições oriundas do experimentalismo de Nast, temos ainda que desvendar a origem da sua roupa avermelhada. De fato, vários desenhos já haviam retratado o Papai Noel com trajes das mais variadas formas e cores. Contudo, foi em 1931 que Haddon Sundblom, contratado pela empresa de refrigerantes Coca-Cola, bolou o padrão rubro das vestimentas do bom velhinho. Com passar do tempo, a popularização das campanhas publicitárias da marca acabaram instituindo o padrão.

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